Partiremos da ideia de que o intérprete/ performer está sempre em movimento e que é em viagem que ele descobre o permanente, aquilo que é visível para o exterior. Um intérprete criador capaz de seleccionar e integrar no acto performativo materiais diversos oferecidos pelas diferentes artes mas também pela experiência do quotidiano. Pensar e agir mas também agir e pensar depois.
Importância do auto-conhecimento na relação com o corpo: Que corpo é o meu? Como me movo? Porquê? E para quê? Desenvolver a consciência do corpo na relação consigo e com o outro através de exercícios de preparação física e improvisação. Disponibilizar os recursos do corpo e estimular o imaginário com vista à composição de personagens e situações performativas.